sexta-feira, 31 de março de 2017

ARMAHDA + GRAVE DIGGER em São Paulo : A primeira noite mais esperada do ano!

Tá: nem venham me esnobar dizendo que esse NÃO foi o primeiro show do ano. Pra mim foi: e eu estava contando os minutos desde que se confirmou esse evento MASTER-TOPPICO e mais todos os adjetivos lacradores e fechativos que irritam os recalcados e descrevem precisamente o babado baphônico que rolou no palco do Carioca Club, no último domingo, 26 de Março de 2017.




Os atrasados, pra variar se deram mal e não viram quando a honrosamente nossa ARMAHDA abriu a noite, com seu power metal retumbante, exaltando a História Nacional em letra e timbre. Sob as gloriosas cores da bandeira do Brasil, o público vibrou e cantou junto  as principais faixas do álbum-título (lançado em 2013) e também com a majestosa "The Last Farewell", EP de 2015.

Preciso expressar uma coisa aqui: me dá um P*TA ORGULHO escrever sobre a Armahda nesse blog. Sério. 😊 Sempre me lembro da primeiríssima impressão que tive, de como a banda apareceu na minha vida, num feriado em família, numa varanda de sítio, comigo provavelmente deitando algum papo sobre heavy metal, história, política ou os três... Eu "me achava" a rainha do underground, mas o mérito de apresentar minha banda nacional favorita é todo do meu compadre que tem a logo do Slipknot tatuada. A vida tem dessas coisas.


By Juliana Maglio
(Foto: Juliana Maglio - todas as fotos que ilustram esse post são das minhas ilustres miguxas com câmera, já que meu celular continua sendo um Nokia C3 e eu sempre acabo me empolgando demais pra lembrar de tirar foto.)





Entre aquele comecinho de 2014 e agora, o projeto virou banda e tomou seu posto na linha de frente do Heavy Metal brasileiro. No primeiro show, eu tava lá , e na primeira fila. Era sete de setembro e eles abriram pro Sabaton. E eu nunca, nunquinha, nunquíssima vou conseguir descrever com palavras (que façam sentido) o tamanho da empolgação (Clique aqui pra ler a tentativa) Em fevereiro de 2015 a banda já aparecia ao lado de referências como Angra e Sepultura, entre as melhores do Brasil numa pesquisa do conceituadíssimo site Whiplash.net.





(Vídeo: Helena Gikas )

Também os vi abrir para o Vicious Rumors, viajei na bagagem do Metal Land Festival pra ver o paiol queimar em Altinópolis, tive a sorte de vê-los em outros eventos pela nossa São Paulo, e vou me arrepender pra sempre de não ter presenciado a Armahda bombardear o Rio de Janeiro pela primeira vez, esquentando o público para a segunda passagem do Sabaton na cidade, em 2016.

Foto: Carla Borotto
(Foto: Carla Borotto)

Agora de volta ao presente, vejo a galera acompanhar o setlist, com um entusiasmo patriótico muito mais legítimo do que a Paulista nesse domingão. E penso que já é tempo então de fazer uma pesada crítica a Armahda: QUEREMOS MÚSICAS NOVAS! E shows com pirotecnia. 😊

afe..!
( Foto: Daniel Nascimento. Foto da foto: Paulo Barros. Tráfico da foto da foto 😂: Carla Borotto)


Depois de um curto intervalo, sem perder a pontualidade, o ritual de cura se inicia: o legendário GRAVE DIGGER puxa "Healed By Metal!" faixa-título do mais recente álbum, que já nasceu clássico. A prova ficou expressa na reação do público que abraçou "Lawbreaker", "Call For War" e "Hallelujah"  com a mesma animação de hinos como "Morgane LeFay", "The Dark Of The Sun"  e "Ballad Of A Hangman", <-- que foi a oportunidade para rolar aquela puxada de coral.  Chris Boltendahl, simpático e divertido, liderando sua trupe headbanger como a mais perfeita manifestação do espírito metaleiro.


Foto by Juliana Maglio
(Foto: Juliana Maglio)


O Grave Digger tem uma relação especial com nossa cidade de Sampa - onde gravaram o DVD comemorativo de 25 anos de carreira, em 2005. E é uma delícia ver o quanto isso é notório entre os músicos, mesmo em um ritmo apertado de shows, como o dessa turnê - todo mundo cansado, e ainda assim, com um "tesão" danado de estar ali.


(Vídeo: Helena Gikas)

Ouvir "Rebellion", "Excalibur" e minha eterna "Witch Hunter" ao vivo, no meio da galera, cantando alto e em coro, é daqueles momentos que só sendo fã pra entender, curtir, amar, viver, pensar: "PQP, COMO EU SOU SORTUDA DE ESTAR AQUI!" e poder abraçar minhas amigas cantando "Go, go, Power Rangers!" no meio do refrão de "Heavy Metal Breakdown" .  

Foto by Juliana Maglio
(Fotos :Juliana Maglio. Idéia babaca de montar um gif animado: Minishe.)

E por falar em amigos... como se o evento já não estivesse FODSTICO o suficiente, a coluna social do The Backstage Diaries bombou!!:
 a diva radialista Paula Baldassarri, a guitarrista Helena Gikas, Lady Evil marcando presença com seu exuberante consorte Carlos Fernandez, os lindos e queridíssimos Vivi, Bianka, Regis, Eduardo, Carlinha, a Cris - mandando ver no merchandise da Armahda, que tá com novidade!👈  - Tato DeLuca, vocalista da Aclla, meu irmão Guzz, Bruno, Juliana, Lucas e meu ídolo declaraaaaado, melhor produtor, host, boy magia, ícone absoluto e cônsul do heavy metal no Brasil : Eric De Haas :3. Além da cordialidade do pessoal do CARIOCA CLUB Pinheiros - Sr. Ricardo Garcia e sua equipe, como sempre de parabéns 💘 "de coraçãozinho"💘 pela estrutura e simpatia!! São esses reencontros e as novas amizades que nascem em ocasiões como essa, que dão sentido à trilha sonora da vida. 


Feliz 2017, pessoal. AGORA SIM A COISA FICOU SÉRIA !
Que venham os próximos!

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