quinta-feira, 13 de abril de 2017

⚠️ESQUENTA PRA SONATA ARCTICA!⚠️: Vale a pena conhecer a FIX'OVER antes do show !😉

E como todo mundo sabe, eu tô mais ansiosa pro show da SONATA ARCTICA em São Paulo do que noiva pro dia do casamento. Falta pouco mais de um mês e ás vezes eu tenho a irresponsável sensação de estar me preparando melhor pra essa night do que pras provas...*risos*😁. Mas tá beleza: dá pra curtir e manter a média em alta. Acho que me provei isso na última turnê do Sabaton.

 Mas,olha: tamanha expectativa se justifica. Ainda mais depois que eu soube que vamos ter FIX OVER na abertura! Conheci essa jovem banda paulista na primeira Over Metal Party (<-- clica para lembrar! ) e desde então tenho recomendadíssimo o EP "Desire", lançado em 2015.

Foto by Minishe
A arte de "Desire" : contraste e simbolismo para reforçar a mensagem conceitual


Autodeclarada "rock alternativo", a Fix Over tá mais pra começo do "alterna-metal", com umas pinceladas de prog. Já posso começar com um belo grifo: é uma banda fácil de ouvir, apesar de apresentar uma ponderada medida de rococós e arabescos técnicos que fazem a alegria dos fãs de virtuoses. Mas também é o tipo de coisa que faz uma mera leiga como eu se arrepender de não ter um sistema de som à altura para curtir.

"The Voice Inside"  começa bem, com destaque para o belo trabalho vocal que é uma das características mais marcantes da obra."When" é mais tranqüilona*, com uma levada sabor anos 80, uma cara meio "caubói-de-beira-de-estrada". "I'm Safe" começa despretensiosa, até que dá uma viradinha prog superousada que eu achei um TUDO! (E se tem machão aí que não entendeu o que eu quis dizer, que vá conferir com seus próprios adjetivos.😂).

"Stop This Evil" é uma acertada faixa de trabalho. Além de resumir a proposta conceitual da banda, faz uma  impressionante apresentação do teor musical da Fix'Over; o nível de seus músicos e a capacidade criativa de suas composições.


"New Home", a baladinha que fecha o EP, é espcialmente indicada para os que anseiam por novos mestres do piano e voz. Algo me diz que admiradores do gênero Andre Matos de metal meládico vão gostar muito dela.

Foto By Minishe
Visual interno do EP


A Fix'Over é formada por  Kevin Tricanico (baixo e vocais) e de Weslley Joanes (guitarra). O EP conta também com Fox Mars na bateria. E o talento e a deteminação ultrapassam o campo sonoro e estendem-se em cuidados com a qualidade da arte gráfica, e a explanação precisa, no site, do conceito que permeia "Desire". A temática acerca do momento atual de tribulações com vislumbres otimistas do futuro, é mais um elemento que conecta Fix'Over e Sonata Arctica, já que o álbum que inspira esta turnê "The Ninth Hour", possui viés semelhante.

"A humanidade que olhe para si mesma e veja para onde estamos indo..!"

 Foto by Minishe
Capa traseira do EP, com créditos. Só pra ter noção, porque minha câmera é uó.💩

 Ainda por cima, eles são super atenciosos com o público. Olha que coisa mais fofa esse vídeo que fizeram para agradecer o apoio na campanha pela abertura do show no Aquarius Rock Bar dia 19/05! :




OUÇAM FIX'OVER COM ATENÇÃO, FIFIZES E FIFIZOS QUE VÃO AO SHOW. Tenho certeza que na hora que esses meninos subirem no palco, você vai gostar de saber cantar junto.😉




*eu sempre digo, e não custa reforçar: no meu blog, tremas continuam em vigor.

terça-feira, 4 de abril de 2017

"The Ninth Hour" : Ouça, nem que seja para falar que odiou.😏

 Ontem eu finalmente pude fazer a devida Listening Session do mais recente trabalho da SONATA ARCTICA: "THE NINTH HOUR". 💙🐾


Meus leitores devem imaginar o quanto adoro escrever sobre essa banda. Agora, tendo a honra de publicar uma resenha no MAXIMUS MUSIC CHANNEL, da queridíssima Isabele Miranda, é de se esperar que cada palavra tenha sido articulada com um cuidado e carinho extra.
Assim  que for publicada é lóóóóóóóóóógico que eu compartilho o link aqui no blog. Só que não agüento e quis vir falar mais um pouquinho de como foi escutar esse álbum.

É que quando o assunto é alguma das minhas bandas favoritas, eu me empolgo tanto que acabo fazendo resenha da resenha, sabe como é..!😂😂

Enquanto escutava e avaliava cada faixa de "The Ninth Hour", eu fiz também uma boa pesquisa em sites e fóruns pela internet, para saber como outros fãs estavam avaliando esse último álbum. Porque sem dúvida uma coisa ele é: SURPREENDENTE😵. Olha, 'na moral' : tem uns troços ali que eu nunca imaginei Sonata Arctica fazendo, não.😊

Aqui no Brasil, principalmente, eu vi muita discussão pra saber se "The Ninth Hour" era melhor ou pior que Pariah's Child ou outros álbuns anteriores... 😋*risos*. Gente, eu diria que não tem comparação. É tipo, "PÁRA TUDO!!" . Tem cada "WTF?!" que vou te contar..!😂 *risos*. Mas não digo isso num mau sentido, não: eu PIREI em muitos momentos! 😻 Gente, eu sou fã das antigas, fui no primeiro show, vivo esfregando meu currículo sonataárctico na cara de vocês..! *risos*  E juro juradinho que "The Ninth Hour" VALE A PENA🐓.

Tervetuloa takaisin ! Bem vindos de volta, seus lindos !🌴




sábado, 1 de abril de 2017

Mudando as Moscas

Já que eu disse que o ano começou agora,  acho que vale a pena marcar a ocasião com uma mudança bem radical que tô pensando em fazer há uns tempos: mudar o título desse blog. 😱
Né por nada, não, mas "The Backstage Diaries II" não faz mais nenhum sentido.👎 Aposto que nem uso todos os dedos de um mamão para contar quantos leitores aqui têm referência do "The Backstage Diaries " original. Já se vão mais de 15 anos..!💭

Blog Original by MiniShe
O primeiro "The Backstage Diaries": primórdios do bloguismo paty-metal.

Bom, é claro que esse título "meio"🤔 babaquinha e ruinzinho de falar, escolhido na inocência da minha juventude, remetia ao meu estilo de registrar tudo na maior das pessoalidades, como um diário aberto mesmo. A idéia ainda é essa. Mas, de boa, não agüento* mais ler isso aí em cima.
Talvez a nova escolha ainda seja igualmente infeliz, mas pelo menos é novidade. Daqui uns quinze anos eu me arrependo...😜

Yours Tr00ly,

-MiniShe

* tremas ainda estão vigentes nas Leis Ortográficas deste blog.

sexta-feira, 31 de março de 2017

ARMAHDA + GRAVE DIGGER em São Paulo : A primeira noite mais esperada do ano!

Tá: nem venham me esnobar dizendo que esse NÃO foi o primeiro show do ano. Pra mim foi: e eu estava contando os minutos desde que se confirmou esse evento MASTER-TOPPICO e mais todos os adjetivos lacradores e fechativos que irritam os recalcados e descrevem precisamente o babado baphônico que rolou no palco do Carioca Club, no último domingo, 26 de Março de 2017.




Os atrasados, pra variar se deram mal e não viram quando a honrosamente nossa ARMAHDA abriu a noite, com seu power metal retumbante, exaltando a História Nacional em letra e timbre. Sob as gloriosas cores da bandeira do Brasil, o público vibrou e cantou junto  as principais faixas do álbum-título (lançado em 2013) e também com a majestosa "The Last Farewell", EP de 2015.

Preciso expressar uma coisa aqui: me dá um P*TA ORGULHO escrever sobre a Armahda nesse blog. Sério. 😊 Sempre me lembro da primeiríssima impressão que tive, de como a banda apareceu na minha vida, num feriado em família, numa varanda de sítio, comigo provavelmente deitando algum papo sobre heavy metal, história, política ou os três... Eu "me achava" a rainha do underground, mas o mérito de apresentar minha banda nacional favorita é todo do meu compadre que tem a logo do Slipknot tatuada. A vida tem dessas coisas.


By Juliana Maglio
(Foto: Juliana Maglio - todas as fotos que ilustram esse post são das minhas ilustres miguxas com câmera, já que meu celular continua sendo um Nokia C3 e eu sempre acabo me empolgando demais pra lembrar de tirar foto.)





Entre aquele comecinho de 2014 e agora, o projeto virou banda e tomou seu posto na linha de frente do Heavy Metal brasileiro. No primeiro show, eu tava lá , e na primeira fila. Era sete de setembro e eles abriram pro Sabaton. E eu nunca, nunquinha, nunquíssima vou conseguir descrever com palavras (que façam sentido) o tamanho da empolgação (Clique aqui pra ler a tentativa) Em fevereiro de 2015 a banda já aparecia ao lado de referências como Angra e Sepultura, entre as melhores do Brasil numa pesquisa do conceituadíssimo site Whiplash.net.





(Vídeo: Helena Gikas )

Também os vi abrir para o Vicious Rumors, viajei na bagagem do Metal Land Festival pra ver o paiol queimar em Altinópolis, tive a sorte de vê-los em outros eventos pela nossa São Paulo, e vou me arrepender pra sempre de não ter presenciado a Armahda bombardear o Rio de Janeiro pela primeira vez, esquentando o público para a segunda passagem do Sabaton na cidade, em 2016.

Foto: Carla Borotto
(Foto: Carla Borotto)

Agora de volta ao presente, vejo a galera acompanhar o setlist, com um entusiasmo patriótico muito mais legítimo do que a Paulista nesse domingão. E penso que já é tempo então de fazer uma pesada crítica a Armahda: QUEREMOS MÚSICAS NOVAS! E shows com pirotecnia. 😊

afe..!
( Foto: Daniel Nascimento. Foto da foto: Paulo Barros. Tráfico da foto da foto 😂: Carla Borotto)


Depois de um curto intervalo, sem perder a pontualidade, o ritual de cura se inicia: o legendário GRAVE DIGGER puxa "Healed By Metal!" faixa-título do mais recente álbum, que já nasceu clássico. A prova ficou expressa na reação do público que abraçou "Lawbreaker", "Call For War" e "Hallelujah"  com a mesma animação de hinos como "Morgane LeFay", "The Dark Of The Sun"  e "Ballad Of A Hangman", <-- que foi a oportunidade para rolar aquela puxada de coral.  Chris Boltendahl, simpático e divertido, liderando sua trupe headbanger como a mais perfeita manifestação do espírito metaleiro.


Foto by Juliana Maglio
(Foto: Juliana Maglio)


O Grave Digger tem uma relação especial com nossa cidade de Sampa - onde gravaram o DVD comemorativo de 25 anos de carreira, em 2005. E é uma delícia ver o quanto isso é notório entre os músicos, mesmo em um ritmo apertado de shows, como o dessa turnê - todo mundo cansado, e ainda assim, com um "tesão" danado de estar ali.


(Vídeo: Helena Gikas)

Ouvir "Rebellion", "Excalibur" e minha eterna "Witch Hunter" ao vivo, no meio da galera, cantando alto e em coro, é daqueles momentos que só sendo fã pra entender, curtir, amar, viver, pensar: "PQP, COMO EU SOU SORTUDA DE ESTAR AQUI!" e poder abraçar minhas amigas cantando "Go, go, Power Rangers!" no meio do refrão de "Heavy Metal Breakdown" .  

Foto by Juliana Maglio
(Fotos :Juliana Maglio. Idéia babaca de montar um gif animado: Minishe.)

E por falar em amigos... como se o evento já não estivesse FODSTICO o suficiente, a coluna social do The Backstage Diaries bombou!!:
 a diva radialista Paula Baldassarri, a guitarrista Helena Gikas, Lady Evil marcando presença com seu exuberante consorte Carlos Fernandez, os lindos e queridíssimos Vivi, Bianka, Regis, Eduardo, Carlinha, a Cris - mandando ver no merchandise da Armahda, que tá com novidade!👈  - Tato DeLuca, vocalista da Aclla, meu irmão Guzz, Bruno, Juliana, Lucas e meu ídolo declaraaaaado, melhor produtor, host, boy magia, ícone absoluto e cônsul do heavy metal no Brasil : Eric De Haas :3. Além da cordialidade do pessoal do CARIOCA CLUB Pinheiros - Sr. Ricardo Garcia e sua equipe, como sempre de parabéns 💘 "de coraçãozinho"💘 pela estrutura e simpatia!! São esses reencontros e as novas amizades que nascem em ocasiões como essa, que dão sentido à trilha sonora da vida. 


Feliz 2017, pessoal. AGORA SIM A COISA FICOU SÉRIA !
Que venham os próximos!

sábado, 11 de março de 2017

Os coveiros do Grave Digger vêm curar o Brasil pelo Metal!

(Google/Divulgação)

Considero um privilégio para uma banda, chegar a um patamar de referência onde até os fãs mais relapsos do gênero imediatamente reconhecem o nível do clássico.   É notório que o GRAVE DIGGER  já conquistou seu status de "sinônimo de heavy metal" entre a comunidade metaleira, junto com outros monstros do porte de Rage, Accept, Running Wild...Ainda que os mais novinhos não saibam nenhuma letra de cor, com certeza ainda reconhecem a autoridade pelo título. Agora, se algum pretenso headbanger  disser que nunca nem ouviu falar nessas bandas,  aí é pagodeiro infiltrado, pode crer.😒 (*risos*)




(Foto ilustrativa em: HellBonito.com.br)

Não sou capaz de precisar quando tomei consciência do Grave Digger na minha vida, mas sei bem COMO foi: um vinil nacional de "Witch Hunter", na casa de uma coleguinha de escola. Era começo dos anos 90, computador era uma novidade rara, não havia Internet e CD's ainda eram relativamente caros, mas muita gente ainda tinha vitrola e vinis em casa.

Esse também já tocou na festinha da escola.

Nos reuníamos ás vezes especialmente para ouvir música, e  acabava ouvindo de tudo que tinha na estante. Com certeza o álbum não era dela, mas naquela época não passou pela minha cabeça questionar. E eu já era maiorzinha o suficiente pra fazer o trocadilho, quando teimava com a turma que a musiquinha dos Power Rangers era"Heavy Metal Breakdown".




Este mês, a banda carimba sua décima passagem pelo Brasil, de um histórico que inclui a gravação de um DVD comemorativo de 25 anos da banda, filmado em 2005 no (extinto, porém eterno em nossos corações) DirecTV Music Hall, em São Paulo. E agora em 2017, Dona Morte e sua turma aterrizam por aqui promovendo o último álbum de estúdio da banda, "Healed By Metal", lançado em janeiro.  Um trabalho que por sinal, entrega aos fãs nada menos do que se espera do Grave Digger:  essência concentrada do mais puro heavy metal "raiz". (100%)😂😂


Ah, e a abertura do show aqui em Sampa será feita por nada menos que a gloriosa ARMAHDA, ressuscitando os momentos épicos da História do Brasil no mesmo palco onde fizeram sua estréia, em 2014.

Foto: http://thrashcomh.com.br
Primeiro show da Armahda : Carioca Club, bem no 7 de setembro, 2014. (Foto:  Thrash com H)




Animou? Pega o colete jeans e cola na grade!




Serviço- São Paulo 
(Fonte: THE ULTIMATE MUSIC – PR)


Produção: Overload

Data: domingo, 26 de março de 2017
Local: Carioca Club
End: Rua Cardeal Arcoverde, 2899 (próximo ao Metrô Faria Lima)
Hora: 18h (abertura da casa) | 19h (show time)


Imprensa: press@theultimatemusic.com | 11 964.197.206

Capacidade: 1.500 lugares
Classificação etária: 16 anos. Entre 14-16 anos somente acompanhado por pai ou mãe munidos de documentos.
Duração: Aproximadamente 90 minutos
Estacionamento: nas imediações (sem convênio)
Estrutura: ar condicionado, acesso para deficientes, área para fumantes e enfermaria


SETORES / PREÇOS (1º lote)

PISTA: R$ 100,00 (meia-entrada/promocional*)
CAMAROTE: R$ 170,00 (meia-entrada/promocional*)
*doe um kilo de alimento na entrada da casa no dia do evento e pague meia entrada).

Ponto de venda sem taxa de serviços (pagamento em dinheiro): Bilheteria do Carioca Club

COMPRA PELA INTERNEThttp://www.clubedoingresso.com
*Consulte o ponto de venda mais próximo da sua região, no site do Clube do Ingresso.

*Para a compra de ingressos para estudantes, aposentados e professores estaduais, os mesmos devem comparecer pessoalmente portando documento na bilheteria respectiva ao show ou nos pontos de venda. Esclarecemos que a venda de meia-entrada é direta, pessoal e intransferível e está condicionada ao comparecimento do titular da carteira estudantil no ato da compra e no dia do espetáculo, munido de documento que comprove condição prevista em lei;
**A produção do evento NÃO se responsabiliza por ingressos comprados fora do site e pontos de venda oficiais;
***É expressamente proibida a entrada com câmeras fotográficas e filmadoras profissionais ou semi-profissionais.

quinta-feira, 9 de março de 2017

Sonata Arctica: Uma declaração de amor 💙

Depois de todos esses anos, ainda sinto o coração bater mais rápido e num ritmo meio "DreamTheatérico" quando vejo anúncio de show da 💙SONATA ARCTICA💙 no Brasil. Ainda mais sob os cuidados da Dynamo Brazilie (do Mestre Absoluto, Eric De Haas! ) e com pelo menos uma dezena de shows marcados..!

💚💛💙💛💚Agenda cheia e eu mal posso esperar!💚💛💙💛💚

Nessas horas eu lembro daquela Minishe pós-adolescente, mochilinha "Edge of Thorns" à tiracolo, chegando debaixo de chuva no (hoje extinto) DirecTV Music Hall para o primeiro show da banda em São Paulo, EVER. Como agora, era um mês de março. Só que de 2002.

A banda numa foto promocional do álbum "Silence" (2001)

Caramba, eu consigo rever cada momento como se tivesse sido ontem💭. Como se nunca tivesse acabado, como se o tempo tivesse parado... Foi uma daquelas noites pra reunir quase todas as amizades e fazer novas, que mudariam minha vida💗. Lembro de me arrumar toda pra ir ao show (eu era "Paty-Metal"😁), mas estava toda descabelada logo ao final do show do Delpht, que abriu o palco.

Uma das raras fotos daquele show, recuperada na web, de um tempo onde celular não tinha câmera (e eu nem tinha celular) e mesmo câmera amadora não podia entrar em show. *rs*. Créditos para Lisandra Pronin, do Território da Música.


Naquele show, consagrei minhas primeiras favoritas: "8th Commandment", "San Sebastian" e "My Land" (não lembro se tocou "Black Sheep", mas eu era doida por essa, e também pelas versões que eles fizeram para "Still Loving You", do Scorpions e "Wind Beneath My Wings" da Bette Midler..!). Lembro do show fechando com um cover de "I Want Out", do Helloween, e a casa vindo abaixo😍😍.

Pra falar a verdade, naquela época existia um certo "preconceito" contra a Sonata Arctica. *risos*. As músicas melosas e a aparência fófis dos músicos - todos em seus vinte e pouquíssimos- davam uma fama meio "boy band" pros finlandeses. Era um "Stratovarius com açúcar", "pagode-metal", "a única banda de metal cuja platéia tem mais gritinhos agudos do que os do vocalista no palco", etc...😂😂😂 Mesmo inconfessável, era uma paixão intimamente assumida por muitos de nós - já que reuniu quase a turma toda nesse primeiro show.






Ao longo dos anos, outras músicas entraram para a trilha sonora da minha vida. O álbum "Winterheart's Guild" (2003)  trouxe "The Cage", "Silver Tongue" e "Victoria's Secret". De "Reckoning Night" (2004) veio "Don't Say A Word", "Shamandalie" e a magnífica "My Selene". E as faixas "Paid In Full" e "It Won't Fade" do álbum "Unia" (2007) chegam a me dar arrepios😵.




Verdade que "The Days Of Greys"(2009) não mexeu muito comigo, mas "Flag In The Ground" é ainda uma das minhas "all-time favourites", dessas músicas cheias de sol, que sempre rolam na minha playlist de ficar "😊happy😊". Assim como a clássica "My Land", do álbum de estréia da Sonata, o "Ecliptica" , de 1999. E em 2012, eu tocava a lindíssima "I Have A Right", do álbum "Stone Grows Her Name", no modo "repeat", por dezenas de vezes seguidas, sem a mínima vergonha😛. A métrica do vocal, toda marcadinha, ajudava a não perder minha sanidade (sem trocadilhos😆), quando meu trabalho à época era monótono, e precisava ser feito rápido. O ritmo ajudava a me concentrar.




Em "Pariah's Child" (2014), elegi como preferida "The Wolves Die Young", que inclusive tem aquele clipe superlegal, com a Sra. Viljanen incorporando toda a majestade da Rainha nua.




Sobre o mais recente lançamento, "The Ninth Hour" (2016), até agora "Fly, Navigate,Communicate" é a que mais me impressionou. Mas tenho um bom palpite sobre "Closer To An Animal" ao vivo. Espero que incluam essa no setlist😉.




Bom, eis aí um bom resumo musical da Sonata Arctica na minha vida. Sem nenhuma pretensão de analisar méritos criativos, talentos ou qualidade sonora, apenas citando de coração as canções que mais significam pra mim. Devo até estar soando meio ridícula, mas f*da-se. 😂😂😂 O que vale mesmo a pena é curtir essas paixões. Do jeito mais meloso, dramático e romântico  possível, exatamente como canta o sofrente Tony Kakko.

"Tonyinho da Viola", assumindo a vocação pra sertanejo.😂😂